A menina seguia o íngreme carreiro, saltando ágil por entre as rochas carregadas de musgo. Ao longe, vislumbrou tímida um débil vulto parado na bifurcação.
Aproximou-se ligeira, com a pálida serenidade que tão bem caracterizava os seus olhos verde primavera e com um inocente sorriso questionou: - Precisa de ajuda?
O vulto logo atendeu à sua chamada acenando negativamente com a cabeça. A menina esperou.
O vulto seguiu o caminho que a sorte lhe indicou, mas pouco tempo passou até que outra bifurcação lhe dividiu o destino.
A menina chegou pouco depois e com o seu sempre pronto sorriso soltou um singelo: - Precisa de ajuda?
O vulto voltou a atender a menina acenando negativamente com a cabeça. A menina esperou.
O vulto seguiu o caminho que a sorte lhe indicou, mas a noite ia já longa e a cada passo gasto o cansaço chamava-o à razão. Estendeu-se então no chão húmido coberto por velhos trapos e ao preparar-se para sonhar a menina perguntou: - Precisa de ajuda?
Aproximou-se ligeira, com a pálida serenidade que tão bem caracterizava os seus olhos verde primavera e com um inocente sorriso questionou: - Precisa de ajuda?
O vulto logo atendeu à sua chamada acenando negativamente com a cabeça. A menina esperou.
O vulto seguiu o caminho que a sorte lhe indicou, mas pouco tempo passou até que outra bifurcação lhe dividiu o destino.
A menina chegou pouco depois e com o seu sempre pronto sorriso soltou um singelo: - Precisa de ajuda?
O vulto voltou a atender a menina acenando negativamente com a cabeça. A menina esperou.
O vulto seguiu o caminho que a sorte lhe indicou, mas a noite ia já longa e a cada passo gasto o cansaço chamava-o à razão. Estendeu-se então no chão húmido coberto por velhos trapos e ao preparar-se para sonhar a menina perguntou: - Precisa de ajuda?
autor: Gabriel Má-Vida



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