
ilustração: Balegas de Sousa
A sua vida eram touros e touradas, cada vez que entrava na arena, a adrenalina disparava de tal maneira que aquele havia-se tornado o seu vicio. O som do público a vibrar, os “olés”, as flores que eram atiradas para os seus pés depois do golpe final, valiam qualquer sacrifício, valiam até o sacrifício daquela pobre besta que sem querer havia sido empurrada para a morte diante dos seus olhos, com a força das suas mãos.
Naquele dia, depois de se benzer como era habito antes de qualquer entrada na arena, um forte arrepio passou-lhe pela espinha. As portadas abriram-se, o público entrou em êxtase, afinal todos estavam ali para ver a sua imponente presença na arena.
Do meio do recinto, olhar em volta e sentir aquele apoio era divinal. De repente soa a corneta e lá ao fundo a besta é libertada, já ensanguentada, inicia o reconhecimento daquele que pretende terminar com a sua vida.
A quantidade de decibéis aumenta consideravelmente, está na hora de cometer mais um crime. Inicia-se o atiçar da besta e o posicionamento da espada para a estocada final.
O momento surge, o cruzar de olhos acontece estava na hora de acabar com uma vida. Naquele momento, a besta respira fundo, raspa a pata na terra e avança em direcção ao assassino.
Tudo acaba com um enorme silencio e com uma vitima no meio da arena.
O Touro calmamente vira as costas, empoeira o corpo que jazia no chão e afasta-se para o seu canto.
Naquele dia, depois de se benzer como era habito antes de qualquer entrada na arena, um forte arrepio passou-lhe pela espinha. As portadas abriram-se, o público entrou em êxtase, afinal todos estavam ali para ver a sua imponente presença na arena.
Do meio do recinto, olhar em volta e sentir aquele apoio era divinal. De repente soa a corneta e lá ao fundo a besta é libertada, já ensanguentada, inicia o reconhecimento daquele que pretende terminar com a sua vida.
A quantidade de decibéis aumenta consideravelmente, está na hora de cometer mais um crime. Inicia-se o atiçar da besta e o posicionamento da espada para a estocada final.
O momento surge, o cruzar de olhos acontece estava na hora de acabar com uma vida. Naquele momento, a besta respira fundo, raspa a pata na terra e avança em direcção ao assassino.
Tudo acaba com um enorme silencio e com uma vitima no meio da arena.
O Touro calmamente vira as costas, empoeira o corpo que jazia no chão e afasta-se para o seu canto.
autor: Matt


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